Quem sou eu? Who am I?

Nasci um pouco antes da Revolução dos cravos, talvez aí mesmo na barriga da minha mãe, ficaram sementes de consciência de liberdade e igualdade, que pairavam naqueles que sentiam aprisionados nesta terra lusa que me viu nascer.

Vivi a maioria da minha vida numa só vila/cidade, a certa altura saí para procurar o que todos os outros faziam, como para provar algo aos outros que eu sou tão bom ou melhor.

O país foi o R.U., algo que me sempre tinha fascinado, era ali a terra dos sonhos, o que consegui a nível profissional nem tem relevância agora, foram as experiências e lições de pessoas que passaram na minha vida, boas ou menos positivas todos eles(as) um pouco de tudo o faz o que eu sou hoje. Estão ainda presentes, apesar de longe, aqueles e poucos amigos e família que me ajudaram, inspiraram e ensinaram tenho por eles uma gratidão imensa.

O momento de viragem foi em 15 de Outubro de 2011 no “Occupy St Pauls”, aí tive a perceção da família global além do que a cultura ou a sociedade nos condiciona. Foi o tomar consciência da evolução humana e que estávamos mais informados que das desigualdades que a maioria vive, e que está a servir para alimentar a ganância de uns poucos. Um verdadeiro sentido de comunidade global, que estávamos todos ali para o mesmo com um sentido altruísta e de grande esperança e sonhos de uma mudança.

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Depois daí, foi uma constante procura da verdade e mais conhecimentos e soluções que eu pudesse ajudar a fazer a diferença para um novo paradigma neste planeta.

Conheci amigos, participei em eventos, fui ativista, espalhei sementes de consciência e descobri outras filosofias e desenhos de uma sociedade livre de estruturas de aprisionamento da nossa condição humana além do corpo e mente.

Mudança de hábitos, indo ao encontro de uma alimentação mais natural e saudável e com o a base de uma alimentação á base de vegetais, livre de sofrimento. O descobrir da Yoga como modo de vida que ajudou ao meu crescimento. evolução e bem estar do corpo e alma.

Depois em 2013 foi a inicio da preparação para voltar, ao ver que tanto estava acontecer, novas ideias, projetos, comunidades e aldeias sustentáveis e iniciativas de transição.

Em 2014, foi mais um ponto de viragem, o Despertar

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a seguir mais um conjunto de aprendizagens e experiências, o curso de Permacultura.

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Depois veio o chamamento da Floresta, com os amigos do Movimento Terra Queimada, passagem pela Mata do Bussaco e depois com o surgimento do projeto Cabeço Santo .

Aqui ficam algumas fotos, para mostrar um pouco as experiências

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A minha dedicação vai de encontro do chamamento da Mãe Natureza, tomei a mim a responsabilidade de fazer algo para ajudar a equilibrar as forças que mantém o todo.

Somo todos uma gota de água e junto com outras gotas, fazemos parte de um grande oceano.

Nas palavras de Charles Eisenstein “Quando qualquer um de nós encontrar alguém que rejeita normas e valores dominantes, nós sentimo-nos menos loucos para fazer o mesmo. Qualquer ato de rebelião ou não participação, mesmo em uma escala muito pequena, é, portanto, um ato político.”

Grande fonte de inspiração, passo a citar das palavras de Vandana Shiva

“Vamos continuar a criar um novo mundo.
Semente a semente, pessoa a pessoa, comunidade a comunidade,
Até que este planeta seja abraçado
num novo círculo de vida e num novo amor. “

e por fim o grande professor, que nos mostra um dos caminhos para a Humanidade, ThiTh Nhat Hanh

“É possível que o próximo Buda não irá assumir a forma de um indivíduo.
O próximo Buda, pode assumir a forma de uma comunidade, uma comunidade praticando
compreensão e bondade, uma comunidade praticando consciência plena.
Esta pode ser a coisa mais importante, que podemos fazer, para a sobrevivência do planeta Terra”

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